The Unexpected Quest – Análise
The Unexpected Quest é um jogo de estratégia em tempo real que nos coloca num mundo de fantasia medieval ao longo de oito níveis. As mecânicas de jogos são apresentadas num tutorial curto e muito eficaz, que nos prepara para os desafios que se avizinham. Vamos lutar contra zombies, bárbaros e todo o tipo de criaturas fantásticas, mas a experiência vai muito além do combate, e nem sempre a superioridade numérica é suficiente para garantir vantagem.

A construção de estruturas de apoio tem um papel de destaque e são essenciais para a criação do nosso exército, que deve ser realizado em locais predefinidos o que limita bastante a liberdade criativa do jogador. Por vezes ficamos com a impressão que o jogo inteiro é um enorme tutorial e que devemos seguir à risca um destino predeterminado, o que vai contra a prática comum dos jogos de estratégia em tempo real. A longevidade é curta e devido à natureza algo rígida do jogo encontram-se poucas razões para o repetir, visto que uma nova experiência vai ter muito pouco de diferente.
A jogabilidade requer algum tempo para nos habituarmos e a falta de controlos tácteis salta à vista – seria a forma mais acessível e intuitiva de explorar The Unexpected Quest, mesmo que o ecrã seja algo pequeno para tanta coisa. Visualmente o jogo tem um aspeto algo datado e faz lembrar jogos de estratégia de eras anteriores. Apesar disso exibe uma direção artística interessante e variada, bem como animações bem conseguidas.
O ritmo de jogo é bastante lento, mesmo nas fases finais, o que contrasta com as referências contemporâneas dos seus congéneres. Ao mesmo tempo, um ritmo lento torna-o mais acessível a um público menos versado.
CONCLUSÃO
CONCLUSÃOPontos positivos
- Acessível a todos os públicos
Pontos negativos
- Falta de controlos tácteis
- Pouca liberdade estratégica e criativa
- Realização gráfica datada
- Ritmo de jogo bastante lento

Após passar grande parte da sua infância em Hyrule e no Mushroom Kingdom dedica-se agora a explorar o vasto universo digital que o rodeia. Embora seja entusiasta de novos títulos é possível encontrá-lo frequentemente a revisitar os clássicos.